Quinze horas e trinta minutos, leitores do blog Mojiteatro, boa tarde.
Hoje 25 de março de 2010, décima sexta semana do ano.
Quem informou foi o Posto Esperança, uma empresa da Rede VPI Ltda.
E o telefone é o 3561-1833.
A inDICAção do dia é para aqueles que ainda não visitaram o Centro de Arte Contemporânea Inhotim, na cidade de Brumadinho.
Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina. Está localizado em Brumadinho, Minas Gerais, uma cidade com 30 mil habitantes, a apenas 60km de Belo Horizonte.
Das tantas obras que mereciam destaque, as mais adoradas pelo grupo foram
“O Desvio para o Vermelho”, do autor Cildo Meirelles, a obra é de caráter permanente no museu. Formado por três ambientes articulados entre sí, no primeiro deles Impregnação, nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos de “maneira plausível mas improvável” por uma maneira pessoal do autor. Nos ambientes seguintes Entorno e Desvio, tem lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma sequência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
Outra obra que deixa os visitantes encantados é a instalação Cosmococas, por Hélio Oticica. O Cosmococas é uma série de cinco obras que constituem ambientes sensoriais, com elementos tatéis, projeção de slide e trilha sonora. A proposta é fazer o percurso pelas cinco cosmococas, começando da sala escura que causa um impacto com projeções, segue para a sala em que o chão é substituído por um enorme colchão de espumas e almofadas que convidam os visitantes para uma “guerra de travesseiros”. A sala que sucede tem o piso irregular e é cheia de balões para brincar e chutar. Seguindo, encontra-se uma piscina iluminada, que por muitos passa batido, o ambiente fechado, sem presença de sol deixa a piscina gelada e somente os mais estimulados, animados, encantados ou corajosos entram. (Nem precisa contar que o grupo entrou, né?). As sensações de estar dentro de uma piscina dentro do museu, ouvindo uma trilha sonora pouco conhecida compensa o frio.
A quinta e ultima não poderia ser melhor, depois do desgaste nas cosmococas passadas, a quinta é uma sala cheia de redes, para relaxar e ouvir as músicas propostas. Cosmococa é especial pelo fato de que se interage diretamente com as obras. Enfim, é muito divertido.
Aberto à visitação pública às quartas, quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 16h30 (última entrada às 16h00), e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30 (última entrada às 17h00).
O valor da entrada é de R$ 20,00 (inteira) Transporte Interno (Opcional): R$10,00.
MOJI foi, aprovou e a Dica contou !
A Dica já não tem mais tempo, o tempo que a Dica tem é pra agradecer a todos leitores do blog Mojiteatro,
Fiquem todos com Deus e tchau.

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